"O desafio seria então, nesta dialógica entre vida e morte, poder transformar o sofrimento deste amor ferido em compaixão, em arte compartilhada de conviver com as cicatrizes, vivenciando-as como fruto deste combate entre vida e morte e transformá-las em resto, à partir do qual, toda criação humana possa se abrir em favor da vida."
Autora: Terezinha Mendonça
Narcisismo de vida ou de morte: Amor próprio ou impróprio?
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